30.3.15

Abafo do ano?


Afundanços 180 e 360, já vimos muitos. Abafos desses é que não vemos todos os dias:




29.3.15

Leituras de Jogo




Coisas boas para ler neste ocioso domingo:



- Quão bons estão a ser os Warriors esta época? Tão bons que estão a desafiar os registos das melhores equipas de sempre.

- Entre treinadores adjuntos, treinadores da NCAA e treinadores da D-League, quem são os maiores (e melhores) pretendentes a um lugar de treinador principal na NBA num futuro próximo? Kevin Arnovitz faz a sua lista anual.

27.3.15

Triplo Duplo - Episódio 19 (2ª temporada)


Depois da semana de interregno, estou de volta ao TRIPLO DUPLO. E no episódio desta semana falamos:

- da retirada de Steve Nash e o lugar do canadiano na história da NBA (02:44)
- de candidatos em queda (Blazers, Mavs e Hawks) (23:20)
- de candidatos em alta (Rockets e Cavs) (47:12)
- e, para terminar, como sempre, do Wow da Semana (01:20:00)


25.3.15

"It's for the kids"


Penny Hardaway ganhou mais de 120 milhões de dólares ao longo da carreira na NBA. E agora treina a equipa do liceu da sua terra natal. Não porque esteja falido e precise de dinheiro, mas porque o seu amigo de infância, que era o treinador da equipa e foi diagnosticado com cancro, lhe pediu.

Penny Hardaway, um talento incrível que nos presenteou com tantos momentos espectaculares dentro de campo e viu as lesões roubarem-lhe a hipótese de ser recordado como um dos melhores bases de sempre, dá-nos agora um exemplo incrível fora de campo (e se forem como eu, é melhor irem buscar uns lenços de papel antes de começar a ver):


23.3.15

Thank you, Steve



Quais eram as probabilidades de um miúdo canadiano, magrinho e não particularmente atlético, que fez o liceu num colégio privado na província da Columbia Britânica e jogou basquetebol universitário na pequena Universidade de Santa Clara, se tornar uma estrela da NBA? Uma em 500 milhões?
E quais as probabilidades desse miúdo se tornar não apenas uma estrela, mas um dos melhores distribuidores e atiradores de sempre e alguém que mudou a forma como se joga na NBA? Uma em mil milhões? Menos ainda?

Mas foi isso mesmo que Stephen John Nash conseguiu. Não foi um percurso fácil até lá, mas, contrariando todas as probabilidades, o miúdo canadiano que foi assobiado pelos fãs dos Suns quando a equipa o escolheu na 15ª posição do draft de 1996 retirou-se este fim de semana como um dos melhores bases de sempre e um jogador que ficará eternamente na memória dos fãs e na história da liga.

Depois de um começo de carreira em Phoenix em que, num plantel com vários bases e atrás de Kevin Johnson, Sam Cassell e depois Jason Kidd, nunca foi muito utilizado, Steve Nash foi trocado para os Mavs em 1998.
Em Dallas, começou a desenvolver e a mostrar todo o seu talento para lançar, passar e orquestrar um ataque. Ao lado de Dirk Nowitzki e Michael Finley, tornou-se o maestro de um dos melhores ataques da liga e, em 2002, foi escolhido pela primeira vez para o All Star.
Em 2004, depois dos Mavs não igualarem a proposta dos Suns, voltou para Phoenix como free agent. E o basquetebol nunca mais foi o mesmo.

Nash juntou-se a Amare Stoudemire, Shawn Marion e Joe Johnson para formar o ataque mais prolífico da liga (e o melhor da década, com uma média de 110.4 pts/jogo) e a equipa mais excitante de seguir do mundo. Os Suns, que na época anterior ganharam 29 jogos, acabaram com um recorde de 62-20 nessa temporada de 2004-05, foram até às Finais de Conferência (onde perderam com os eventuais campeões Spurs em cinco jogos) e Nash foi eleito o MVP da temporada.

Steve Nash e esses Suns dos "Sete Segundos Ou Menos" revolucionaram os ataques na NBA e mudaram a forma como se joga desse lado do campo. O pick and roll alto e os jogadores abertos foram popularizados por essa equipa e Nash (sob a batuta de Mike D'Antoni, justiça seja feita ao homem) foi o precursor desse ataque que hoje está generalizado na liga.

Actualmente, não há nenhuma equipa na liga que não incorpore o pick and roll alto no seu ataque e a maioria delas fazem desse movimento a base do seu ataque. Todos os grandes bases desta geração fazem desse pick and roll o seu pão nosso de cada dia. E todos eles aprenderam com Nash.

Muitos irão sempre apontar que faltou o título para coroar o legado do canadiano. Ou destacar a sua fraqueza do outro lado do campo. Mas isso não retira Nash do seu lugar na história. E não lhe diminui nenhum dos feitos alcançados:

- 2 vezes MVP da temporada (2005 e 2006; o único jogador com menos de 1,98m a ganhar o prémio por mais de uma vez)

- 8 vezes All Star

- 7 vezes All-NBA (3 vezes First Team; 2 vezes Second Team; 2 vezes Third Team)

- 3º jogador com mais assistências de sempre (10335)

- 7 temporadas com mais de 10 ast/jogo (3ª melhor marca de sempre, só atrás de John Stockton e Magic Johnson)

- Melhor percentagem de lançamento livre na carreira de sempre (90.4%; são mais de 90%, não numa temporada, mas na carreira! Só mais um jogador conseguiu isso em toda a história da NBA: Mark Price, com 90.3%)

- 4 temporadas com 40-50-90 (lançar 40% de 3pts, 50% de 2pts e 90% de LL é um feito que só foi conseguido 10 vezes até agora; 4 dessas vezes são de Nash)

Qualquer um destes feitos por si só já lhe valeria um lugar no Olimpo da NBA. Junte-se a isso a marca que, como dissemos em cima, ele deixou no jogo e na forma como ele é jogado e só podemos dizer "Obrigado por tudo, Steve. Nunca te esqueceremos."

22.3.15

Estudo de Mercado NBA



Olá, pessoal! Cá estou de volta, já me sinto muito melhor e estou pronto para regressar às lides. Mas antes de retomar a escrita, preciso da vossa ajuda. 

Preciso dum par de minutos da vossa atenção e que respondam a um pequeno questionário (são 9 perguntas que demoram dois minutos a responder) para um estudo de mercado que estou a fazer sobre a NBA. É só clicar aqui e submeter as respostas.

Muito obrigado a todos pela atenção e muito obrigado desde já a todos os que responderem.

20.3.15

Triplo Duplo - Episódio 18 (2ª temporada)


Esta semana já houve Triplo Duplo, mas ainda sem mim (ainda estou em convalescença). Para compensar, como prometido, tivemos o primeiro convidado seleccionado entre os espectadores do programa, o Luís Lucas. E ele e o resto do painel habitual falaram:

- da questão das equipas descansarem jogadores (02:19)
- dos Washington Wizards (15:39)
- da corrida pelos playoffs no Oeste (32:28)
- da corrida pelos playoffs no Este (51:17)
- e do Wow da Semana (01:12:38)